9 de abr de 2008

The Dreaming



Free your mind.

- Morpheus, The Matrix



Eita, mais um textinho! ^^
É uma continuação do anterior, não acrescenta muito à história, mas acho que também ficou meio interessante. Creio que melhorou um pouco em relação ao anterior, em questão de narrativa (frases muito curtas eram mais constantes no texto anterior).
O nome do personagem foi "alterado" pelo método "plim" (Iago - PLIM - virou Lucius... pura e simplesmente porque eu queria outro nome... hehehe)
Continua sendo curtinho... xD
Dêem opiniões, please. =D

Hugs and kisses, my little friends.


Créditos da imagem: DeviantArt - ChuckNorris01 O.o

The Dreaming – parte 2

A noite estava mais fria do que normalmente estaria. Mesmo prédio, mesmo lugar. Lucius olhou ao seu redor e viu as estrelas iluminando o terraço, logo começaria de novo. Olhou para a porta. Em pouco tempo o fugitivo apareceu escancarando a porta, mas dessa vez ele não sai correndo imediatamente em direção ao parapeito do prédio. Antes, ele parou em frente a porta e olhou para Lucius, que ouviu dentro de sua cabeça:
“Desvie. Esquive-se.”
Em seguida correu e agora, sob a luz das estrelas, Lucius pôde ver que o perseguido era, na verdade, uma curvilínea moça de longos cabelos negros. Não conseguia ver seu rosto pela falta de iluminação, então não sabia se a conhecia.
O perseguidor então apareceu e atirou na mulher, errando enquanto ela saltava para o prédio ao lado e Lucius olhava estupefato para o impossível. Em seguida ele olha para Lucius e levanta a pistola, apontando pra ele.
“Desvie-se...”
E homem de terno negro disparou. Lucius pôde ver a bala, enxergou com precisão de detalhes sua trajetória atravessando o espaço entre eles, cortando o ar.
“Esquive-se...”
Finalmente ele entende o aviso da mulher, arregalando os olhos e joga-se para o lado, tentando esquivar-se da bala, mas não foi rápido o bastante e o tiro acerta-lhe o ombro e, no momento em que a bala penetrava em sua carne, ele acorda em sua cama, na bagunça de seu quarto, levantando-se repentinamente com uma dor aguda no local onde o tiro o teria acertado. Não havia ferimento, apenas a dor. Olhou para o relógio, hora de levantar-se. Então foi até a cozinha beber um copo d’água enquanto pensava em que diabos eram esses sonhos estranhos. E essa dor no ombro? Isso começava a preocupá-lo. Será que estava ficando louco? E a mulher? Quem era? Bem, era hora de ir trabalhar. Tomou banho, caçou suas roupas pelo quarto e saiu, deixando os sonhos para depois. Seu chefe não iria aceitar “sonhos estranhos” como justificativa de atraso.
Comentários
2 Comentários

2 Comentários:

  1. É, o texto continua agradável, com uma boa fluência, fugindo do óbvio e monótono, pois bem, está um ótimo texto!

    Ps: O homem de terno negro é um Tecnocrata =]

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  2. hehehehe divertido, mon amour!!! O comecinho me lembrou o início de MIB... quando o J [ainda um mero policial medíocre] corre atrás de um "ladrão" que é na verdade um alienígena.... hehehehe... o surralismo é parecido. Mas de resto é bem original e instigante!

    Prossiga, estou acompanhando ^^

    Beijos amorosos

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