25 de out de 2008

Pra descontrair...

Amor é isso

Sexo é aquilo

E coisa e tal!

E tal e coisa!

Uh! Uh! Uh!

Ai o amor!

Hum! O sexo!

- Rita Lee





Bem... como estive meio entretido com o outro blog que criei, pra campanha de RPG - Diário de Campanha, acabei esquecendo de atualizar esse...



E nem comentei da mudança de Layout (créditos no rodapé do blog). Tudo bem que dei uma alteradinha e tals, mas a essência é a mesma. xD



Enfim...



E pra descontrair, a música que estou ouvindo no momento, da doidinha da Rita Lee. ^^



Amor e Sexo

Rita Lee


Composição: Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor



Amor é um livro

Sexo é esporte

Sexo é escolha

Amor é sorte...



Amor é pensamento

Teorema

Amor é novela

Sexo é cinema..



Sexo é imaginação

Fantasia

Amor é prosa

Sexo é poesia...



O amor nos torna

Patéticos

Sexo é uma selva

De epiléticos...



Amor é cristão

Sexo é pagão

Amor é latifúndio

Sexo é invasão

Amor é divino

Sexo é animal

Amor é bossa nova

Sexo é carnaval

Oh! Oh! Uh!



Amor é para sempre

Sexo também

Sexo é do bom

Amor é do bem...



Amor sem sexo

É amizade

Sexo sem amor

É vontade...



Amor é um

Sexo é dois

Sexo antes

Amor depois...



Sexo vem dos outros

E vai embora

Amor vem de nós

E demora...



Amor é cristão

Sexo é pagão

Amor é latifúndio

Sexo é invasão

Amor é divino

Sexo é animal

Amor é bossa nova

Sexo é carnaval

Oh! Oh! Oh!



Amor é isso

Sexo é aquilo

E coisa e tal!

E tal e coisa!

Uh! Uh! Uh!

Ai o amor!

Hum! O sexo!

23 de set de 2008

"Sonho de Pierrot", M. Del Picchia.

É tão doce sonhar!... A vida , nesta terra, vale apenas, talvez, pelo sonho que encerra. Ver vaga e espiritual, das cismas nos refolhos, toda uma vida arder na tristeza de uns olhos; não tocar a que se ama e deixar intangida aquela que resume a nossa própria vida, eis o amor, Arlequim , misticismo tristonho, que transforma a mulher na incerteza de um sonho....

- Pierrot, Sonho de Pierrot

Segunda parte do post anterior. Retirado do mesmo local.
Beijos e abraços.

Parte II:


PIERROT
Eu também, Arlequim, nesta vida ilusória, como todos Pierrots, eu tenho uma história, vaga, talvez banal, mas triste como um cântico...

ARLEQUIM, sarcástico:
Não compreendo um Pierrot que não seja romântico, branco como o marfim, magro como um caniço, enchendo o mundo de ais, sem nunca passar disso.

PIERROT
Debochado Arlequim!

ARLEQUIM
Branco Pierrot tristonho...

PIERROT
Teu amor é lascívia!

ARLEQUIM
E o teu amor é sonho...

PIERROT
É tão doce sonhar!... A vida , nesta terra, vale apenas, talvez, pelo sonho que encerra. Ver vaga e espiritual, das cismas nos refolhos, toda uma vida arder na tristeza de uns olhos; não tocar a que se ama e deixar intangida aquela que resume a nossa própria vida, eis o amor, Arlequim. , misticismo tristonho, que transforma a mulher na incerteza de um sonho....

ARLEQUIM, escarninho:
Esse amor tão sutil que teus nervos reclama só se aplica aos Pierrots?

PIERROT
Não! A todos os que amam! Aos que têm esse dom de encontrar a delícia na intenção da carícia e nunca na carícia...Aos que sabem, como eu, ver que no céu reflete a curva do crescente, um vulto de Pierrette...

ARLEQUIM, zombeteiro:
Eterno sonhador! Tu crês que vive a esmo tudo aquilo que sai de dentro de ti mesmo. Vês, se fitas o céus, garota e seminua, Colombina sentada entre os cornos da lua...Quanta vezes não viste o seu olhar abstrato nos fosfóreos vitrais das pupilas de um gato?

PIERROT
Essas frases cruéis, que mordem como dentes, só mostram, Arlequim, que somos diferentes. Mas minha alma, afinal, é compassiva e boa: não compreendes Pierrot. E Pierrot te perdoa...

ARLEQUIM
Tua história, vai lá! Senta-te nesse banco. Conta-me: “Era uma vez um Pierrot muito branco...” A história de um Pierrot sempre nisso consiste... Começa.

PIERROT narrando:
“Era uma vez... um Pierrot... muito triste... “

Uma voz, na distância, corta, argentina, a narração de Pierrot.

A VOZ
Foi um moço audaz, que vejo
no meu sonho claro e doce,
O amor que primeiro amei..
Abraçou-me: deu-me um beijo
e, depois, lento, afastou-se,
e nunca mais o encontrei.

Num ser pálido e doente
resume-se o que consiste
o segundo amor que amei.
Ele olhou-me tristemente...
Eu olhei-o muito triste...
E nunca mais o encontrei!

Esse amor deu-me o desejo
daquele beijo encontrar.
Mas nunca, reunidas, vejo,
a volúpia desse beijo,
e a tristeza desse olhar...

A voz agoniza nos ecos. Pierrot e Arlequim tendem o ouvido procurando no ar mais uma estrofe.

ARLEQUIM
Essa voz...

PIERROT
Essa voz...

ARLEQUIM
Só de ouvi-la estremeço...

PIERROT
Eu conheço essa voz!

ARLEQUIM
Essa voz eu conheço...

Um sopro de brisa arrepia as plantas.

PIERROT
Escuta...

ARLEQUIM
Escuta...

PIERROT
Ouviste?

ARLEQUIM
Um sussurro...

PIERROT
Um lamento...

ARLEQUIM
Foi o vento talvez.

PIERROT
Sim. Talvez fosse o vento.

ARLEQUIM
Conta a história, Pierrot.

Pierrot continuando:

Numa noite divina, como tu, num jardim, encontrei Colombina. Loira como um trigal e branca como a lua.

ARLEQUIM
Era loira também?

PIERROT
Tão loira como a tua... Eu descera ao jardim quebrado de fadiga. Dançavam no salão...

ARLEQUIM, interrompendo:
... uma pavana antiga, e notaste ao luar a cabeleira crespa...

PIERROT
... a anca em forma de lira...

ARLEQUIM
... e a cintura de vespa!

PIERROT
Mãos mimosas, liriais...

ARLEQUIM
Em minúcias te expandes!

PIERROT
Um pé muito pequeno...

ARLEQUIM
Uns olhos muito grandes! Uma mulher igual à que encontrei na vida?

PIERROT, ofendido:
Enganas-te, Arlequim, nem mesmo parecida!
Era tal a expressão do seu olhar profundo, que não pode existir outro igual neste mundo! Felinamente ardia a íris verdoenga e dúbia, como o sinistro olhar de uma pantera núbia.

Esses olhos fatais lembravam traiçoeiras feras, armando ardis nos fojos das olheiras! Tão vivos que, Arlequim, desvairado, os supus duas bocas de treva e erguer brados de luz! Tripudiavam o bem e o mal nos seus refolhos.

ARLEQUIM, cismando:
Essas coisas também ardiam nos seus olhos...

PIERROT
Tive medo, Arlequim! Vendo-os, num paroxismo eu tinha a sensação de estar sobre um abismo. Não sei porque o olhar dessa estranha criatura era cheio de horror...e cheio de doçura! Eu desejava arder nessas chamas inquietas...

ARLEQUIM
Tendo o fim dos Pierrots?

PIERROT
Tendo o fim dos Poetas!
Aconcheguei-me dela, a alma vibrante louca, o coração batendo...

ARLEQUIM
E beijaste-lhe a boca.

PIERROT, cismarento:
Não...Para que beijar? Para que ver, tristonho, no tédio do meu lábio o vácuo do meu sonho... Beijo dado, Arlequim, tem amargos ressábios...
Sempre o beijo melhor é o que fica nos lábios, esse beijo que morre assim como um gemido, sem ter a sensação brutal de ser colhido...

ARLEQUIM
E que disse a mulher?

PIERROT
Suspirou de desejo...

ARLEQUIM , mordaz:
Preferia, bem vês, que lhe desses um beijo!

PIERROT
Não. Ela olhou-me. Olhei...
E vi que, comovida, sentiu que, nesse olhar, eu punha a minha vida...


Um silêncio cheio de angústias vagas. Sob o luar claro as almas brancas dos Lírios evocam fantasmas de emoções mortas. Os spectros das memórias parecem recolher, como numa urna invisível, a saudade romântica de Pierrot...


ARLEQUIM, tristonho:
Essa história, Pierrot, é um pouco merencória...

PIERROT
A história desse olhar é toda a minha história.

ARLEQUIM
E não a viste mais?

PIERROT
Nem sei mesmo se existe...

ARLEQUIM, contendo o riso:
É de fazer chorar! Tudo isso é muito triste!

Tomando-o pelo braço, confidencialmente:
Entretanto, ouve aqui, à guisa de consolo: diante dessa mulher...foste um Pierrot bem tolo! Aprende, sonhador! Quando surgir o ensejo, entre um beijo e um olhar, prefere sempre um beijo!

PIERROT, desconsolado:
Lamentas-me Arlequim?

ARLEQUIM
Tu não compreendeste: choro não ter colhido o beijo que perdeste.



Menotti Del Picchia (Máscaras - Parte I), retirado de Álbum de Recortes do Brasil
Arte: Picasso (encontrada no mesmo site).

21 de ago de 2008

"Beijo de Arlequim", M. Del Picchia.

Ingênuo! A mulher bela adora quem lhe diz tudo o que é lindo nela. Ousa tudo, porque todo o homem enamorado se arrepende, afinal, de não ter tudo ousado.

- Arlequim, Beijo de Arlequim




Encontrei esse texto nas navegações por essa web infinita. Gostei dele, então resolvi postar. Espero que o autor não se zangue (não consegui mandar recado), mas no final do texto, tem o link de onde tirei.

Beijos e abraços.


Parte I:

O crescente cintila como uma cimitarra. Lírios longos, grandes mãos brancas estendidas para o luar, bracejam nas pontas das hastes. Uma balaustrada. Uma bandurra. Um Arlequim. Um Pierrot E, sobre as máscaras e os lírios, a volúpia da noite, cheia de arrepios e de aromas.

ARLEQUIM diz:
Foi assim: deslumbrava a fidalga beleza da turba nos salões da Senhora Duquesa. Um cravo, em tom menor, numa voz quase humana, tecia o madrigal de uma antiga pavana. Eu descera ao jardim. Cheirava a heliotrópio e vi, como quem vê num vago sonho de ópio, uma loura mulher...

PIERROT
Loura?

ARLEQUIM
Como as espigas...
Como os raios de sol e as moedas antigas...Notei-lhe, sob o luar, a cabeleira crespa, anca em forma de lira e a cintura de vespa, um cravo no listão que o seio lhe bifurca, pezinhos de mousmé, olhos grandes, de turca... A boca, onde o sorriso era como uma abelha, recendia tal qual uma rosa vermelha.

PIERROT
Falaste-lhe?

ARLEQUIM
Falei...

PIERROT
E a voz?

ARLEQUIM
Vaga e fugace.
Tinha a voz de uma flor, se acaso a flor falasse...

PIERROT
E depois?

ARLEQUIM
Eu fiquei, sob a noite estrelada, decidido a ousar tudo e não ousando nada...Vinha dela, pelo ar, espiritualizado numa onda volúpia, um cheiro de pecado...Tinha a fascinação satânica, envolvente, que tem por um batráquio o olhar duma serpente... e fiquei, mudo e só, deslumbrado e tristonho, sentindo que era real o que eu julgava um sonho! Em redor o jardim recendia. Umas poucas tulipas cor de sangue, abertas como bocas, pela voz do perfume insinuavam perfídias...

Tremia de pudor a carne das orquídeas... Os lírios senhoreais, esbeltos como galgos, abriram para o céu cinco dedos fidalgos fugindo à mão floral do cálix longo e fino. Um repuxo cantava assim como um violino e, orquestrando pelo ar as harmonias rotas, desmanchava-se em sons, ao desfazer-se em gotas! Entre a noite e a mulher, eu trêmulo hesitava: se a noite seduzia, a mulher deslumbrava!
Dei uns passos.
Ao ruído agitou-se assustada. Viu-me...

PIERROT
E ela que fez?

ARLEQUIM
Deu uma gargalhada.

PIERROT
Por que?

ARLEQUIM
Sei lá! Mulher...Talvez porque ela achasse ridículo Arlequim com ar de Lovelace...
Aconcheguei-me mais: "Deus a guarde, Senhora!"
- Obrigada. Quem és?
- "Um arlequim que a adora!"

Vinha do seio dela, entre a renda e a miçanga, um cheiro de mulher e um cheiro de cananga. Eram os olhos seus, sob a fronte alva e breve, como dois astros de ouro a arder num céu de neve. Mordia, por não rir, o lábio úmido e langue, vermelho como um corte inda vertendo sangue...E falei-lhe de amor...

PIERROT
E ela?

ARLEQUIM
Ficou calada...
Meu amor disse tudo, ela não disse nada, mas ouviu , com prazer, a frase que renova no amor que é sempre velho, a emoção sempre nova!

PIERROT
Que lhe disseste enfim?

ARLEQUIM
O ardor do meu desejo, a glória de arrancar dos seus lábios um beijo, a volúpia infernal dos seus olhos devassos, o prazer de a estreitar , nervoso, nos meus braços, de sentir a lascívia heril dos seus meneios, esmagar no meu peito a carne dos seus seios!

PIERROT, assustado:
Tu ousaste demais...

ARLEQUIM, cínico:
Ingênuo! A mulher bela
adora quem lhe diz tudo o que é lindo nela. Ousa tudo, porque todo o homem enamorado se arrepende, afinal, de não ter tudo ousado.

PIERROT
E ela?

ARLEQUIM
Vinha pelo ar, dos zéfiros no adejo, um perfume de amor lascivo como um beijo, como se o mundo em flor vibrasse, quente e vivo, no erotismo triunfal de um amor coletivo!

PIERROT, fremindo:
E ela?

ARLEQUIM
Ansiando, ouviu toda essa paixão louca, levantou-se...

PIERROT
Depois?

ARLEQUIM , triunfante:
Deu-me um beijo na boca!

Um silêncio cheio de frêmito. Os lírios tremem. Pierrot olha o crescente. Arlequim dá um passo, vê a brandura, toma-a entre as mãos nervosas e magras e tange, distraído, as cordas que gemem.


ARLEQUIM
Linda viola.

PIERROT, alheado:
Bom som...

ARLEQUIM
Que musicais surpresas não encerra a mudez
destas cordas retesas...

Confidencial a Pierrot:
Olha: penso, Pierrot, que não existe em suma, entre a viola e a mulher, diferença nenhuma. Questão de dedilhar, com certa audácia e calma, numa...estas cordas de aço, e na outra...as cordas d'alma!

Suavemente, exaltando-se:
O beijo da mulher! Ó sinfonia louca da sonata que o amor improvisa na boca... No contado do lábio, onde a emoção acorda, sentir outro vibrar, como vibra uma corda... À vaga orquestração da frase que sussurra ver um corpo fremir tal qual uma bandurra...Desfalecer ouvindo a música que canta no gemido de amor que morre na garganta...Colar o lábio ardente à flor de um seio lindo, ir aos poucos subindo...ir aos poucos subindo...até alcançar a boca e escutar, num arquejo, o universo parar na síncope de um beijo!
.......................................................................................
Eis toda a arte de amar! Eis, Pierrot fantasista, a suprema criação da minha alma de artista. Compreendes?

PIERROT, ansiado:
E a mulher?

ARLEQUIM, lugubremente:
A mulher? É verdade...
Levou naquele beijo a minha mocidade.

PIERROT
E agora? Onde ela está?

ARLEQUIM, ironicamente místico:
No meu lábio, no ardor desse beijo, que é todo um romance de amor!

Seduzido pela angústia da saudade:
No temor de pedi-lo e na glória de tê-lo...
No gozo de prová-lo e na dor de perdê-lo...
No contato desfeito e no rumor já mudo...
No prazer que passou... Nesse nada que é tudo:
O passado!... a lembrança... a saudade... o desejo...

Balbuciando:
Um jardim... Um repuxo...Uma mulher... Um beijo....

(Longo silêncio cheio de evocação e de cismas).

PIERROT, ingenuamente:
É audaciosa demais a tua história...

ARLEQUIM, ríspido:
Enfim, um Arlequim, Pierrot, é sempre um Arlequim. Toda história de amor só presta se tiver, como ponto final, um beijo de mulher!


Menotti Del Picchia (Máscaras - Parte I), retirado de Álbum de Recortes do Brasil
Arte: Picasso (encontrada no mesmo site).

18 de ago de 2008

Espólios de guerra

O Mestiço observava cuidadosamente, com seu próprio arco encordoado, preparado com uma flecha. [...] voltou[ando] sua atenção para a torre escura[...], respirou profundamente e forçou sua visão, como fizera tantas vezes antes em suas viagens até chegar a Orian. Pôde sentir cada mínimo centímetro da batalha, cada folha da grama que balançava na suave brisa que viajava entre os homens da luta. Ele viu a pedra, viu os detalhes dela e viu, dentro da torre, o homem com o manto se mover para a esquerda, ao mesmo tempo que o vento se dirigia para a mesma direção. Então, trazendo seu arco para a esquerda soltou a corda que vibrou arremessando a flecha no ar. A flecha traçou uma pequena curva, sobrevoando os soldados da infantaria, que nem chegaram a notá-la, e invadiu a torre. Dentro dela o homem, percebendo em reflexo que a flecha vinha em sua direção, moveu-se para esquerda, exatamente como na visão de Tillian. E exatamente como ele desejava a flecha atingiu o peito do homem, fazendo o recuar alguns passos para trás devido a potência do tiro.

- O Início da Eternidade




Nossa... citação meio longa, no início do post.... tentei reduzir, mas não deu... hehehe. Bem, acho essa descrição, se não me engano a primeira descrição de tiro feita por Tillian, na história. ^^

Ficou muito boa. Um belo exemplo do poder mágico de "pré-cognição" élfico, no cenário de campanha do Ewerton.

Segue agora, um trecho de "O Início da Eternidade"...
Mais precisamente quando o exército oryano consegue retormar sua cidade das mãos do povo bárbaro de Raw.

Sim, dessa vez eu usurpei o texto todo. Que culpa tenho se o Ewerton escreve bem? ^^

Êta saudades desse personagem... ^^
Escrevam o que digo: vou voltar a usá-lo, senão como PC, ao menos como NPC.

Agora, espero que aproveita a transcrição do Ewerton para momentos ocorridos na campanha para um livro delicioso (que o #%$#&* não termina de escrever nunca!!!)

Enjoy.

o/

[...]
O bando de Tyllian, que estava acompanhando Loykas com seu bando de mercenários armados com espadas e escudos, conseguiu entrar em um das casas e declararam serem suas. Um homem pulou e tentou golpear um arqueiro com um tipo de foice, mas este desvio e chutou-lhe o estômago, fazendo o desmaiar em meio a uma poça de sangue que havia vomitado.

A mulher deste, em cima da escada, parecia extremamente fria e apenas disse a bom som que ela não resistiria e jogou uma pequena sacola de couro com moedas. Os homens ávidos pegaram-na e entregaram para Tyllian. [...]

Duas jovens olharam sobre os ombros da mãe e os homens ficaram novamente agitados, querendo saltar sobre as escadas para pega-las.

- Deixem minhas filhas em paz, seu crápulas, contentem-se com o que já pegaram – gritou a mulher, e teria sido atacada por um dos homens se o Mestiço, Joryan e Ras, não tivessem se adiantado e bloqueado o caminho com seus corpos.

- Ninguém vai fazer nada contra essas mulheres – brandiu o capitão e os outros dois que o ajudavam sacaram suas espadas.

O resto dos homens do bando ficaram ressentidos, mas evitaram quaisquer outra ameaça as mulheres. Bem sabiam qual era a punição de traidores e, mesmo que talvez pudessem matar seu capitão e esconder seu corpo, três seriam bem mais difíceis.

Tyllian girou seu pé, enquanto sua retaguarda era vigiada por Ras e Joryan, que ainda sustentavam sua espada, intimidando o resto do grupo, e pediu desculpas a mulher. Ela agradeceu e fez uma mesura desajeitada, junto com suas filhas que saíram de trás delas, agora, depois do perigo passado.

- Ei! Capitão, o senhor sabe contar? – perguntou Ras, tocando-lhe as costas duas vezes com o cabo da espada.

- É lógico que sei, por quê pergunta?! – disse, intrigado.

Ras virou-se, junto com Joryan, e eles ficaram, um ao lado do outro, na mesma linha, na direção das três mulheres. Elas sorriram, e eles, mais ainda.

[...]

Na casa ele entrou tentando fazer o mínimo de barulho mas as dobradiças rangeram de tal modo que qualquer um que tivesse sono leve teria acordado facilmente. E só Evenes, a filha mais madura das mulheres da casa, que ainda assim não passava dos dezesseis anos, tinha sono leve.

Ela esperou o jovem arqueiro entrar em seu quarto e tirar suas botas para balbuciar algo avisando que estava acordado. Tyllian sorriu sem graça e beijou a garota:

- Desculpe por tê-la acordado.

- Não se preocupe, fiquei esperando você, mas como demorou acabei ficando sonolenta e vim dormir aqui – o quarto ficava no segundo andar, que se alongava por um pedaço da rua e uma de suas janelas mostrava a parede de uma outra casa.

Evenes era pequena, cabelos negros curtos que lhe caíam um pouco nas bochechas brancas. Os olhos eram negros também, mas Tyllian, toda vez que olhava mais atento notava algo de cinza lá no fundo deles, dando um brilho diferente de outras mulheres. Ela mais parecia uma boneca de pano feita com esmero de tão delicada.

Sua pele não tinha marca alguma de doença e pouquíssima marca do sol, tendo em vista que só trabalhara mesmo com seu pai, que fazia sapatos. Não parecera em nenhum momento ter se entristecido com a morte dele, apesar de rezar sempre na igreja por algo que Tyllian não sabia exatamente mais desconfiava.

Quantas privações ela tinha passado pelo pai? Ele não queria imaginar para não odiar o velho morto. E quando em algumas vezes fora atrás dela na igreja, ela parecia rezar com fervor como se estivesse em pecado. E ele pensou que talvez ela ficara até mesmo feliz com a morte do pai. Mas era tão delicada que tentava afastar esse pensamento e, quando estava em sua presença, sua beleza singela fazia com que isso fosse fácil.

- Toda vez que eu venho aqui me pergunto – começou a falar o arqueiro mas fez uma pausa longa para arregaçar as mangas de sua camisa. – se você está feliz com essa situação.

Ela pareceu assustada, e quase derrubou a vela que começara a acender assim que o Mestiço tirara sus botas.

- Por quê pergunta isso?

- Você não diz nada, nunca. – respondeu ele virando p’ra ela e olhando seu rosto, iluminado fracamente pela chama.

- Eu prefiro aceitar... – disse ela parecendo hesitante.

- Só assim, aceitar? Nada mais? – Tyllian parecia triste, achara por um momento que talvez ela tivesse gostado dele. Mas, pelo que ela acabara de dizer, só tinha aceitado a situação. Isso era tenebroso p’ra ele. Sua mãe não havia se casado com seu pai, na verdade, ela era amante dele.

[...]

A despeito da ajuda do pai, que sempre os visitara mas sempre deixara claro que eram bastardos, Tyllian teve de aprender as duras custas que sua vida seria como de outro plebeu qualquer. Uma vez, quando já tinha idade suficiente para entender a situação da sua mãe, que ainda recebia em casa Sir Edward, interpelou a mãe sobre se ela gostava do que estava acontecendo. Ela simplesmente olhou para o filho, deixando a sopa esquentando no forno de lenha e disse:

- Não gosto ou desgosto, apenas aceito.

E ele odiou aquela resposta porque aprendera em suas viagens a não aceitar a sua situação e a mudar, mesmo que não pudesse se tornar um nobre, seria algo importante. E agora ele ouvia da jovem praticamente a mesma frase da mãe. E novamente sentira aquela horrível sensação.

- Não sei porque você está preocupado com isso – disse Evynes.

- Por quê aceita? – ele não conseguia se conformar.

- Eu gosto de você Tyllian – respondeu sorrindo a pequena jovem – gosto mesmo, mas ainda sinto algo esquisito.

- O que? – perguntou impaciente

- Por mais que você tenha sido gentil, tenha protegido eu e minha família... mas, eu ainda sinto... – e fez uma pequena pausa que foi acompanhada por um olhar lânguido do arqueiro.

- Diga de uma vez, por favor Evynes, não me torture mais.

- Ainda me sinto como um espólio de guerra – e aquela frase martelou o Mestiço de uma forma que ele nunca sentira antes. Mais do que um golpe de espada. Ele se sentira perfurado pela verdade. E talvez, no íntimo, ele também sabia que era provável que aquela frase sairia também da boca de sua mãe, que nunca teve coragem para dizer.

Os nobres vem e pegam o que querem, como espólios de sua própria existência. E ele veio e pegou o que queria, não forçou nada, mas que outro destino a jovem poderia escolher além de se deitar com ele? Piores, possivelmente.

- Desculpe. – disse ele sem jeito.

- Não precisa se desculpar, vamos dormir agora. – e logo depois de dizer isso beijou-lhe ternamente e dormiram abraçados.

Ele ainda ficou algum tempo olhando para o teto, pensando em tudo. Agora ele era o líder de bando maior de arqueiros, e isso havia feito crescer em sua alma um grande desejo de grandeza, que sempre carregara. Mas agora havia outra ambição, conquistar o amor da jovem que ele convivia.

- Vou conseguir – jurou a si mesmo enquanto assoprava a vela fazendo o quarto ser tomado pelo breu da noite.

[...]

31 de jul de 2008

O Mestiço



ARQUEIROS, AGORA!!!

- Tillian, O Início da Eternidade



Olá, olá....
Há tempos não posto, mas cá estou, com mais um conto...
Sim, foi "inspirado" (tá... copiei uma frase ou outra) no texto (imagino que, futuramente, livro) que o Ewerton está escrevendo, contando a história da campanha que jogamos.
Acaba ficando meio que um "background" do meu personagem, "Tillian, o Mestiço".
Espero que apreciem.

Sim, a imagem é Galadriel.... ^^
Retirada do DeviantArt - DADAProf

Beijos e abraços,
See ya




Parte 1 - Os elfos

Em Oryan, os elfos eram criaturas raras. Muito mais raros que em outros reinos e, por essa razão, a maioria dos humanos viveria o suficiente para ver um. Eles viviam em florestas, e eram bastante furtivos. Vigiavam a floresta, mas ninguém percebia sua aproximação. Não eram criaturas, como muitos humanos, em outros reinos, imaginavam, dóceis e esguias. Eram na verdade altos e extremamente robustos. Os homens da espécie dos elfos superavam facilmente a altura de um metro e noventa e muitos passavam dos dois metros. As mulheres da espécie não eram tão altas, mas ainda assim, em média, superavam as humanas.

Outra característica que os tornava excepcionalmente exóticos era que, ao contrário dos humanos, suas pupilas não eram redondas. O centro dos olhos eram duas fendas, normalmente claras. Olhos felinos. Eram comparados a tigres. Se assemelhavam pelo porte físico e pela sua agilidade com tigres ferozes e dessa visão muitas das lendas de “devoradores de homens” nasceram. Sim, “devoradores de homens”. Dentro os povos de algumas cidades pequenas, próximas a florestas, haviam diversas lendas sobre elfos... a maioria, desagradável.

Mas claro que, como todo povo, os elfos também têm seus desgarrados. E isso era o que um dos velhos barões do norte, Sir Edward de Layon, descobria durante uma de suas viagens.

Vinte e cinco anos atrás, o barão estava em uma de suas viagens para guarnecer a as fronteiras. Entretanto, nem sempre as coisas saem como planejamos, e um combate inusitado acaba forçando-os a parar em uma cidadezinha pequenina. Tão pequena que nem nome tinha.

O povo de cidades pequenas tem medo dos nobres. E dificilmente se oferecem para ajudá-los. Por isso, quando chegam em uma cidade precisando de algo, eles simplesmente tomam. Mas não foi o caso nessa cidade. Logo que chegaram, alguns soldados feridos, uma bela elfa veio recebê-los. E assim que a viram, foi impossível não perceber a admiração na face daqueles soldados.

Desde quando eram jovens, aqueles homens sempre aprenderam que os elfos eram criaturas belas e esguias, dotados de uma leveza que jamais em outra raça tivera-se notícia. Contudo, não era bem isso que viam. Ela era realmente bela, mas não havia nada da fragilidade élfica em seu olhar apaziguador e cheio de retidão e d’uma sabedoria que somente uma raça que podia viver tanto conseguia Ter.

E com aquele pequeno olhar ela parecia conseguir perscrutar o que vinha no íntimo de cada um deles e assustá-los. Parecia destemida como um soldado que vivera anos na guerra e seu corpo parecia resistente como o melhor dos aços para armadura.

Por um tempo, ela ajudou a cuidar dos feridos. E Sir Edward, apaixonou-se, como muitos homens antes dele, desde o início dos tempos, pela beleza da elfa. Dessa paixão. nasceram os gêmeos Tyllian e Lylan, que por descenderem de um humano e uma elfa nasceram mestiços.

6 de jul de 2008

And the Heavens shall tremble.



Not even death can save you from me.

- Diablo





Pois é... ando sumido...

Estou só marcando presença, e comentando minha alegria com certas coisas. Sim, tem muitas coisas que me deixaram alegre nos últimos dias (e outra que tiveram o efeito inverso), mas vou falar das novidades em específico.



Ano passado a Blizzard trouxe muitos bons sonhos à alguns nerds com o anúncio de StarCraft 2! Os vídeos, tanto o cinematic, quando o de gameplay, faziam a todos babar.



Mas isso não bastou... apesar da revelação, ainda haviam burburinhos sobre o "projeto secreto" da Blizzard. E eis que, há poucos dias, foi finalmente revalado!! DIABLO III VEM AÍ!!!



Mas "porque a empolgação, nerd bitolado?", alguns se perguntam. Bem... quando comecei a acessar a net, era nesse jogo (em sua primeira edição, claro) que eu me divertia. E conheci amigos nele. Amigos que me acompanharam em sua segunda edição, e que até hoje, vez ou outra, ainda conversam comigo.



E porque o jogo é ÓTIMO!!! Como todos os jogos da Blizzard que já joguei, diga-se de passagem. ^^



Como eu costumo dizer, "God bless Blizzard!".





E pra quem se interessar, o trampo vai muito bem, obrigado. ^^



E ainda, só pra não dizer que acabaram-se as novidades, já já devo estar com meu "porte de arma". Sim, faço minha prova de auto-escola dentro de umas duas semanas. Desejem-me sorte. xD



E por último, repararam que estou de avatar novo? xD

EHuaehuaheuhaue



Não, não abandonei meus contos. Voltarei com eles (não sei se com a mesma sequência, mas voltarei ^^)



Beijos e abraços, meus caros. E até o próximo post.

See ya

14 de mai de 2008

Nádegas a declarar

TillianA-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem, o que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda, vagabunda, que a bunda é tudo de bom que você tem.

- Gabriel O pensador & Fernanda Abreu,
Nádegas a declarar



Hey people! \o/
Bem... pausa no conto (de novo! hehehe).
Só pra constar: acabo de vir do blog de minha amada (O Livro das Eras) e li por lá um texto muito interessante... fiz um comentário lá mesmo, e ela já falou o bastante. Então, pra não plagiar, vou postar aqui o link, pra que vejam o texto na íntegra. Ah, e antes que me acusem, não, não é "o amor" que me faz postar isso não... o texto é realmente interessante. ^^

Veja o texto: O Livro das Eras

E minha opinião sobre o texto, além do comentário que fiz no post, pode ser resumido com essa letra de Gabriel, O Pensador e Fernanda Abreu:


Nádegas A Declarar
Gabriel Pensador/Fernanda Abreu

Ordem e progresso, sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar, nádegas a declarar
Ordem e progresso, sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar

Nádegas a declarar? Claro que não!
Eu tenho opinião nesse papo de bundão
E vou dizer, mas primeiro você, Fernanda
Primeiro as damas, o que que cê manda?

Aí, Gabriel, vou logo deixar claro, não é lição de moral
Todo mundo tá sabendo que sambar é tropical
No país do futebol e carnaval
Mexer essa bundinha até que é natural
No meu ponto de vista
Sem querer ser feminista
A bundalização é bastante estimulada
Por essa cultura machista, cê sabe... tá cheio deporco-chauvinista
Por isso que esse papo não é só pras menininhas
É pra todos esses caras que dão força, que dão linha
No concurso, na promessa de futuro
No programa de TV e no rádio toda hora pra você

REFRÃO:
A-aha! Arrebita a rabeta!
A-aha! E me diz, meu bem, o que mais que você tem?
A-aha! Arrebita a rabeta!
Arrebita bem a bunda, vagabunda, que a bunda é tudo de bom que você tem

O que que você tem de bom além do bumbum? Um talento, algum, dom?
Ou as suas qualidades estão limitadas ao balanço dessa bunda arrebitada?
O que que você tem além da bunda?
Pense bem que a pergunta é profunda
Não, não é isso, menina!
Eu não tô falando da sua virilha
Que deve ser uma maravilha, mas seu cérebro é menor do que um caroço de ervilha

Ô minha filha, acorda pra vida
A sua bunda tá em cima, mas sua moral tá caída

A dignidade tá em baixa
Você só rebola, só rebola, só rebola e se rebaixa
E se encaixa no velho perfil:
Mulher objeto em pleno ano dois mil
E um, e dois, e três
Sempre tem alguém pra ser a bunda da vez
Te chamam de celebridade e você acredita
Enche o rabo de vaidade e arrebita

Repete refrão

Você tira até retrato três por quatro de costas
Pensa com a bunda e quando abre a boca só sai bos...
Talvez você nem seja tão piranha
Mas qualquer concurso miss bumbum que tem, você se assanha
A-aha! E tira foto fazendo pose de garupa de moto
A-aha! Vai sair na revista e o povo vai dizer que você éartista
Porque agora bunda é arte, é cultura, é esporte
É até filosofia, quase uma religião
E se você tiver sorte pode ser seu passaporte para fama
Ou pra cama, pode ser seu ganha-pão
Bunda conhecida, bunda milionária
Bonitinha mas ordinária
Que nem otária na TV, de perna aberta
Queima o filme das mulheres e se acha muito esperta
Vai, vai lá! Vai entrar na dança, vai usar a poupança
Vai ficar orgulhosa sem saber o mau exemplo que tá dando prascrianças
Adolescentes, adultas e adultos retardados
Que idolatram um simples rebolado
[Bando de bundão!!] Aplaudindo a atração
[Não pelas idéias, mas pelo burrão]

Repete refrão

[-"Ordem e progresso, sua bunda é um sucesso...
-Ai, nádegas a declarar!"]
[Lombo ambulante, burrão ignorante!!]
Sua bunda é alucinante
A rabeta arrebenta mas beleza não é tudo
Além da forma tem que ter conteúdo
Senão você se torna descartável
Que nem uma boneca inflável
Então encare a realidade com seu olho da frente
E veja a vida de uma forma diferente
Porque uma mulher decente pode ser muito mais atraente que umabunda sorridente
Então, garota sangue bom
Se liga na missão, se liga nesse toque
Ser ou não ser, eis a questão
A vida é bem mais que um número no Ibope
Deixe a sua mente bem ligada ou vai ficar injuriada
Reclamando que não é valorizada
Pára pra pensar, bota a bunda no lugar
E a cabeça pra funcionar

Repete refrão

Solta essa bundinha, solta o verso
Solta a rima. Minha filha, solta o verbo na cara do Brasil
Que atrás de você virão mais de mil

Eu também não sou chegado em celulite
Mas eu vou te dar um palpite, exercite a tua mente
E não se irrite se eu tô sendo muito franco
Mas atualmente ela só pega no tranco

Amanhã você vai olhar pra trás
E vai ver que o seu colã já não entra mais
Vai querer fazer uma lipo, vai querer meter silico
E vai continuar pagando mico

Repete refrão

Ordem e progresso, sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar, nádegas a declarar
Ordem e progresso, sua bunda é um sucesso
Nádegas a declarar

27 de abr de 2008

Delirium

TillianI know why you're here, Neo. I know what you've been doing... why you hardly sleep, why you live alone, and why night after night, you sit by your computer.[...] It's the question that drives us, Neo. It's the question that brought you here. You know the question, just as I did.

- Trinity, The Matrix



Hehe, aí está a quinta parte. Não sei se seguiu o padrão de qualidade dos anteriores. É o primeiro conto da série em "ambiente externo" (ao sonho). E as coisas começam a serem reveladas... lentamente. ^^

Sobre o "perseguida" da parte anterior... Ok, ok... coloquem um "fugitiva" no lugar... =P
Êta mente poluída.... xD
Ehaehuaheuhaeuhauheuaheuhaueaheu

My little friends,
Hugs and kisses.


Créditos da Imagem: DeviantARt - TheProphetTalia

Delirium – parte 5

Calça social, sapato, camisa... Era esse o traje que Lucius usava ao ir para o trabalho. Um ônibus apenas, e em meia hora, ele descia a menos de duas quadras da empresa: um grande prédio antigo, sede de um jornal da cidade. Lucius era programador. Na verdade, fazia programação voltada para internet, e era o responsável por uma parte do site do jornal. Acabava, por vezes, tendo de lidar com clientes externos ao jornal e, por isso, a roupa um pouco mais elegante.

Todos os dias fazia o caminho jornal-casa, casa-jornal, desviando ocasionalmente para uma banca de revistas. Mas nesse dia... Nesse dia em específico, onde Lucius, pela primeira vez desviara da bala em seu sonho, ele andou especialmente feliz. Fez uma pausa em um boteco e comprou uma Coca. No trabalho, seu dia seguiu normalmente, até o meio da tarde.. Uma sensação “estranha” passou pela sua mente. É como se ele tivesse sentido a “presença” de alguém conhecido. Encucado, saiu da sala e deparou-se com seu chefe e uma singular senhorita, de belos olhos verdes e um longo cabelo comprido...

“COMO? Ela...”

Seu chefe começou:

— Lucius, meu caro... Esta é...
— Sophia... — a mulher completou — ...prazer.
— Eu... ahm... prazer... — Lucius balbucia, estendendo a mão para cumprimentar a bela mulher em sua frente.
— O prazer é todo meu. Você é muito bom, senhor Sullivan. Evoluiu rapidamente...
— Ahm?
— Seu trabalho...
— Ah... sim...
— Gostaria de fechar negócio com vocês, mas exijo que seja você a gerenciar meu projeto. Trabalharia ao meu lado?

Aqueles olhos... a voz... Seria mesmo a mulher do sonho? Ou apenas coincidência?

— Eu... Claro. Somos muito gratos por ter escolhido nossa empresa. — Lucius responde, ainda meio estupefato, mas eis que algo ainda mais estranho ocorre. Ele ouve a voz da mulher dizer “Não é a empresa... é você que quero.”, no entanto, ela não mexera os lábios. Lucius inevitavelmente assustasse.

“Sim. Você conseguiu. Em breve terá de fazê-lo novamente.”

O patrão interrompe:

— Bem. Quando a senhora gostaria de começar?

Ela não para de fitar Lucius.

“Em breve virão atrás de você. Deve estar pronto... hoje à noite. Me espere...”

E responde, sem desviar o olhar.

— O quanto antes.
— Ótimo. Vamos então à minha sala para assinarmos os papéis.

“Esteja preparado.”

E ambos saem. Lucius continua lá, perplexo, tentando entender o que ocorrerá. As coisas começam a ficar ainda mais estranhas...

24 de abr de 2008

UM ANO!!! \o/

Tillian
Bright are the stars that shine,
Dark is the sky;
I know this love of mine
Will never die,
And I love her.

- The Beatles, And I Lover Her



É, eu sei que muitos de vocês esperavam aqui a continuação do conto... eu vou continuá-lo, prometo, mas hoje não... hoje vou falar sobre o dia de ontem. Foi uma data especial. Ontem comemoramos (Gi e eu) UM ANO DE NAMORO!!!
Pois é... quantos posts já fiz aqui... quantas músicas... quandos "aniversário de X meses" já comemorei... e quantas vezes vim aqui simplesmente dedicar-lhe uma declaração, apenas para contar aos quatro cantos do universo que eu a amo?
Inúmeras, eu sei... e sei que alguns já estão enjoados de me ouvir dizer isso (mas outros gosta xD), no entanto, não posso deixar de afirmar constantemente, sempre e sempre, o quanto amo essa mulher. ^^

Um ano de um maravilhoso namoro, um ano de carinho, compreensão, amor e dedicação (de ambas as partes).
Me sinto tão feliz. É tão bom ter alguém ao seu lado... alguém que lhe complete, que lhe entenda, que lhe aceite!! ^^
Uma companhia maravilhosa, pra todas as horas, todos os lugares.
UM garota com a mente aberta, um senso crítico incrível, uma alegria contagiante e um bom-humor animador.
Já disse isso em outros lugares, mas ela é minha amiga, minha companheira, minha amante, minha amada, minha namorada, minha mulher, minha Gica. ^^
E eu sou um homem apaixonado, cheio de amor e desejos por essa mulher maravilhosa. E sou feliz por termos escolhido um ao outro como companheiros.

^^
Que muitos outros anos juntos venham. E sempre tão (se não mais) maravilhosos do que este.



BEIJOS, MEU AMOR!!!!

(tá... e um beijo/abraço pra todos os amigos que visitam.... ^^)

P.S.: Não estamos casados, mas aceitamos presente de "um ano de namoro"... xD

15 de abr de 2008

Dream On

Tillian
What are you waiting for? You're faster than this. Don't think you are, know you are. Come on. Stop trying to hit me and hit me.

- Morpheus, The Matrix



Queridos leitores (e leitoras =D),
Segue a quarta (e totalmente inédida xD) parte do conto.
Não reparem muito em erros de português/digitação, por favor... não tive muito tempo de revisar (mas se verem algum mais sério, me avise nos comentários que corrijo... ^^)
Espero que apreciem.

Até


Crétidos da imagem: DeviantArt - pandora-6666

Dream On – parte 4

Mais uma noite. As estrelas, a lua, o frio, o vento... tudo parecia mais real agora. Antes, Lucius não havia reparado em cada um desses detalhes, mas agora, tendo vivenciado o mesmo sonho várias noites, ele começou a prestar atenção nas belas estrelas, iluminando o terraço. Na lua, cheia como um queijo, bela e clara. No frio, que agora parecia se fazer mais presente. O vento balando seus cabelos... tudo parecia mais... vivo...
E novamente os tiros. Novamente a perseguida. Lucius aguardava o momento em que ela sairia pela porta, fugindo de um homem de terno. Ela olharia pra ele e saltaria para o novo prédio, fugindo. Mesma cena, sempre. E depois, o homem atiraria em Lucius, e este deveria tentar esquivar da bala, como a mulher lhe disse a algumas noites atrás. No entanto, há várias noites a bala sempre o acerta, finalizando o sonho.
A porta se abre, a bela moça sai. Seus cabelos esvoaçando ao vento, agora mais forte. Ela, ao invés de correr, olha em direção a Lucius, que se assusta. Ela ainda não correu. Estava ali, parada, olhando pra ele.
“Pare de somente se jogar no chão.”
Lucius hesitou. Deu um passo pra trás. Susto. Sentiu seu coração disparar.
“Sinta a bala. Veja a bala. Seja a bala.”
Lucius ouve passos. O perseguidor se aproxima. Ela olha para a porta, olha para a beirada do prédio, olha para Lucius. Parece indecisa. Lucius então abre sua boca e pronuncia, pela primeira vez, uma palavra:
— CORRA!
Ela assusta-se com o grito. Sorri. Um sorriso malicioso, sedutor. Belo. A mulher saí em disparada em direção a Lucius e este pode então contemplar, pela primeira vez, seus belos olhos verdes, claros, contrastantes com seu cabelo negro. Ela corre, passando por Lucius e alcançando a beira do prédio imediatamente atrás dele. Lucius viera para vê-la saltando, e ao olhar pra frente novamente, depara-se com o perseguidor em seu terno negro, a arma apontada em sua direção.
Disparo.
Lucius vê a bala cortando o ar em sua direção, mas ao invés de olhar, ele fecha os olhos e, com isso consegue sentir o deslocamento de ar causado pela bala, percebendo a velocidade com que ela se desloca, a trajetória, o alvo. O tiro corta o ar e passa por Lucius. Este abre os olhos, estupefato. “CONSEGUI! DESVIEI!”. Mas sua felicidade dura pouco. Ao retornar a realidade, vê o homem de terno o encarando com um semblante nada agradável... o gatilho é puxado novamente, mas dessa vez, Lucius corre e salta atrás da mulher antes que os tiros o alcancem.
Salta do prédio e cai no chão, ao lado de sua cama. O sonho acabara. Lucius sente uma incrível satisfação em ter, finalmente, depois de tantos sonhos, conseguido escapar do tiro. Mas... como? E quem era a mulher? E o que isso representava? Quantas perguntas... que dor de cabeça... “Oh, droga! Estou atrasado...”

14 de abr de 2008

The Dreamer

Tillian
Have you ever had a dream, Neo, that you were so sure was real? What if you were unable to wake from that dream? How would you know the difference between the dream world and the real world?

- Morpheus, The Matrix



Segue então o textinho. ^^
Quem já leu essa parte, disse que "quebrou o fluxo da história", mas creio que minha idéia era justamente essa: quebrar um pouco a "tensão" do "sonho" com a monotonia do "sonhador". Talvez esse "sonho" seja a maior emoção que ele já tenha tido na vida... e olha que só está començando.... >=D
Espero que apreciem.

See ya

Alone In The Night by ~Liviu-Terinte
Créditos da imagem: DeviantArt - Liviu-Terinte

The Dreamer – parte 3

Lucius não é o tipo de pessoa que se destaca, mas também não é um zero a esquerda. De constituição física mediana, não malha nem pratica esportes. Antigamente, quando no colégio, ia de bicicleta para as aulas, mas hoje, com seus 18 anos, vai de ônibus pro trabalho. Não tem carro por não ter condições financeiras nem de adquirir, nem de manter um e como o trabalho paga passe de ônibus, é uma economia a mais (apesar do inconveniente). No colégio, também não era o cara popular. Não é muito bonito, nem tem grandes atrativos físicos e muito menos faz parte de uma família rica. Aliás, nem de uma família ele se considera. Sua mãe morreu quando tinha 12 anos e ele viveu com o pai desde então, mas este nunca parou muito em casa por causa do trabalho e Lucius acabou por se criar, cuidando da casa e estudando. Os estudos eram um dos poucos assuntos em que ele ia bem, sempre tirava notas boas e agradava os professores. Não que ele fosse particularmente ruim em esportes... apenas não se interessava por eles.
E em matérias de garotas então? Podia contar nos dedos as namoradas que teve. Também não era muito de “ficar” nem de beijar por beijar. Quando algum amigo o convidava para alguma festa – e isso não acontecia com muita freqüência – ele geralmente dizia que “não tinha tempo para festas”. Na verdade ele não precisava estudar, afinal, conseguiria as notas para passar apenas com as aulas em classe, mas ele preferia ler um bom livro à ir pra uma festa olhar garotas se esfregarem nos boyzinhos da escola. E isso, a baixa freqüência em festas e eventos, acabava por reduzir ainda mais a popularidade de Lucius.
Agora, com 18, passou a morar sozinho num cubículo que ele chama de “meu apartamento”. Na verdade é alugado e é horrível, mas é o que ele pode pagar com o salário que ganha. Odeia seu emprego e seu chefe, pretende mudar para um emprego que pague o suficiente para pagar o aluguel, as contas e a faculdade, mas até lá, ficará sem estudar. Isso claro, se não passar numa faculdade pública, o que seu pai acha impossível, mas ele também não tem tanto interesse em entrar numa faculdade. Acha que os professores não acrescentaram nada de útil para vida dele além do que ele pode encontrar na internet.
E agora Lucius também começara a ficar louco... Pelo menos era isso que ele pensava... Ter tido muitas responsabilidades desde cedo, a falta da presença materna... Falta de garotas... Talvez tudo isso estivesse provocando estes sonhos estranhos. Talvez fosse o seu subconsciente tentando dizer-lhe que se matar era a melhor solução (e seu subconsciente poderia usar terno preto). Mas ele não faria isso. Por que se matar? Quer dizer, a vida andava meio que uma bosta, mas não era motivo para isso. Ele podia lutar e vencer um dia... Procurar um psicólogo parecia ser uma boa idéia...

9 de abr de 2008

The Dreaming



Free your mind.

- Morpheus, The Matrix



Eita, mais um textinho! ^^
É uma continuação do anterior, não acrescenta muito à história, mas acho que também ficou meio interessante. Creio que melhorou um pouco em relação ao anterior, em questão de narrativa (frases muito curtas eram mais constantes no texto anterior).
O nome do personagem foi "alterado" pelo método "plim" (Iago - PLIM - virou Lucius... pura e simplesmente porque eu queria outro nome... hehehe)
Continua sendo curtinho... xD
Dêem opiniões, please. =D

Hugs and kisses, my little friends.


Créditos da imagem: DeviantArt - ChuckNorris01 O.o

The Dreaming – parte 2

A noite estava mais fria do que normalmente estaria. Mesmo prédio, mesmo lugar. Lucius olhou ao seu redor e viu as estrelas iluminando o terraço, logo começaria de novo. Olhou para a porta. Em pouco tempo o fugitivo apareceu escancarando a porta, mas dessa vez ele não sai correndo imediatamente em direção ao parapeito do prédio. Antes, ele parou em frente a porta e olhou para Lucius, que ouviu dentro de sua cabeça:
“Desvie. Esquive-se.”
Em seguida correu e agora, sob a luz das estrelas, Lucius pôde ver que o perseguido era, na verdade, uma curvilínea moça de longos cabelos negros. Não conseguia ver seu rosto pela falta de iluminação, então não sabia se a conhecia.
O perseguidor então apareceu e atirou na mulher, errando enquanto ela saltava para o prédio ao lado e Lucius olhava estupefato para o impossível. Em seguida ele olha para Lucius e levanta a pistola, apontando pra ele.
“Desvie-se...”
E homem de terno negro disparou. Lucius pôde ver a bala, enxergou com precisão de detalhes sua trajetória atravessando o espaço entre eles, cortando o ar.
“Esquive-se...”
Finalmente ele entende o aviso da mulher, arregalando os olhos e joga-se para o lado, tentando esquivar-se da bala, mas não foi rápido o bastante e o tiro acerta-lhe o ombro e, no momento em que a bala penetrava em sua carne, ele acorda em sua cama, na bagunça de seu quarto, levantando-se repentinamente com uma dor aguda no local onde o tiro o teria acertado. Não havia ferimento, apenas a dor. Olhou para o relógio, hora de levantar-se. Então foi até a cozinha beber um copo d’água enquanto pensava em que diabos eram esses sonhos estranhos. E essa dor no ombro? Isso começava a preocupá-lo. Será que estava ficando louco? E a mulher? Quem era? Bem, era hora de ir trabalhar. Tomou banho, caçou suas roupas pelo quarto e saiu, deixando os sonhos para depois. Seu chefe não iria aceitar “sonhos estranhos” como justificativa de atraso.

1 de abr de 2008

The Dream



What I'd like to know is how you rob a bank without opening any doors. .

- Roland to Dave, Jumper



Caaara, JUMPER é foda (o filme que estreiou esta sexta nos cinemas).
Tudo bem que a história não é muito complexa (teleportadores+organização que caça teleportadores). Tem um Q de X-Men, afinal os "Jumpers" (Saltadores, em tradução literal) são como o Noturno, mas com fator "apelação" elevado a 100! Mas não é X-Men. É um filme de ação, de pessoas com poderes, que tem algumas cenas meio frenéticas de lutas entre os tais Jumpers e a organização, mas não X-Men.
Samuel L. Jackson está ótimo, como sempre! Jumper é um filme, digamos assim, diferente... o poder [de teletransporte] não foi muito explorado no cinema, mas é interessantíssimo. O filme não tem muita explicação nem enrolação com histórias longas e complexas, pula direto pra ação em poucos minutos de explicação sobre quem é o garoto principal e, claro, deixa muitas brechas para um novo filme (afinal, todo mundo saí do cinema curiosíssimo para saber de onde eles vêm, para onde vão, como funcionam e tudo o mais relativo ao Jumpers).
Apesar de simples, um ótimo filme, recomendado por este que vos escreve para qualquer nerd, fã de quadrinhos, fã de ficção científica, apreciador de efeitos especiais, apreciador de filmes de ação e/ou fã do Samuel L. Jackson. xD

Agora, no clima "ficção", textinho.
Faz tempo que eu queria postar um texto, mas os últimos que escrevi não são, digamos... publicáveis... hehe. Escolhi então um texto antigo, que estava perdido por aí, e postei. Tem três partes excritas até então, mas se eu empolgar (e o povo gostar), escrevo continuações. ^^

E como já dizia minha lindinha:
Beijos pra quem é de beijos, abraços pra quem é de abraços.


Créditos da imagem: DeviantArt - Wintersoul

The Dream

No alto do prédio o vento balançava seus cabelos longos. Olhou em volta. Apenas a noite o fazia companhia. Já tinha estado ali antes, mas ainda não sabia o que fazer. Então o barulho de tiros chamou-lhe a atenção. Virou-se e viu a porta do terraço abrindo com um solavanco. Alguém sai correndo, o escuro o impede de ver perfeitamente a pessoa. Apenas percebe que tem cabelos longos, veste um sobretudo negro, corre com pressa até a beira do prédio e olha pra baixo. O perseguidor então alcança o terraço e atira em direção ao fugitivo. Erra. O perseguido se afasta dois passos e corre, saltando do parapeito e alcançando o prédio ao lado. COMO? A distância é fisicamente impossível para qualquer humano saltar. Lucius fica simplesmente catatônico com a cena. O perseguidor, ao perceber que ele observava, vira-se em sua direção e diz algo no microfone do pulso de sua roupa – que Lucius agora reconhece como um terno preto – e em seguida olha para Lucius e aponta a arma em sua direção.
BANG.
A bala percorre o ar, vindo em sua direção. Ele pode vê-la com detalhes em sua trajetória até que ela atinge sua testa e ele acorda.
Novamente, o mesmo sonho. Mas dessa vez, algo de diferente. O perseguidor o atacara. Por quê? Quem eram eles? Quem era aquele cara que saltou de um prédio para outro daquele jeito? E por que estava tendo esses sonhos? Sua cabeça doía. Estava começando a se acostumar com dores de cabeça, mas não tinha tempo de pensar nisso agora. Levantou-se, aprontou-se e foi pro trabalho, como fazia todos os dias de sua vidinha medíocre...

24 de fev de 2008



Welcome back, Mister Anderson.

- Agent Smith, Matrix



Wow... quanto tempo... ^^
Desde novembro não posto nada... bem, cá estou novamente... E como primeiro post do ano (e como o carnaval já passou), desejo a todos que lêem esse blog - e aqueles que não lêem, mas que amo mesmo assim - um belo ano novo! XD

E nesse post, uma curiosidade: no fim do blog, um link pra um desses testezinhos de "quem você é", mas como esse é sobre "qual gênio-insano você é", resolvi postar... ^^
E eu sou "Camille Claudel". o.O
Bem, não a conheço muito, mas taí o link da Wikipédia pra quem quiser conhecer:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Camille_Claudel


E well.... eu escreveria mais, mas já é mais de 1h da matina... o Oscar passando na TV minha namorada/esposa me esperando no quarto... ou seja, já passou da hora de terminar o "momento nerd" e desligar esse PC... huaehuaheu
Mas prometo postar mais coisas interessantes de vez e quando! ^^

Beijos e abraços.

P.S.: O RPG vai bem, pra que se interessa em saber! =)